Este castelo pertence à M@G@,Dominadora carioca há mais de 25 anos envolvida nesta prática BDSM

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

ENCOLEIRAMENTO

Ainda sob o efeito das emoções do encoleiramento do gorrión da Maga®.
Mais tarde detalharei o que foi o evento.
(Castelã_SM)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

NUM VOO PARA O RIO


Passei as últimas férias em Recife e, por milagre,não sofri as agruras do “caos aéreo”.
Meus vôos,com tranqüilidade,estiveram dentro de parâmetros de normalidade,em termos de atrasos e sem cancelamentos.
Na viagem de ida,o avião estava lotado mas,na viagem de vinda,misteriosamente, estava quase vazio.Pude esparramar-me em três poltronas seqüentes e dormir a sono solto.
Na fileira,do outro lado,reparei,haviam alguns pilotos e funcionários vindo “de carona” para um descanso no Rio.
A um dado momento,despertei com uma sensação agradável nos pés.
Eu os havia colocado,apoiados no braço da poltrona e minhas solas estavam expostas para o corredor do avião.
A sensação de umidade e relaxamento foi aumentando de intensidade. Eu,meio acordada,meio dormindo,não me atinei ,de pronto,com o que estava acontecendo.
Senti mãos e língua perpassando, generosamente ,por meus dedinhos e solas.
Fingi que continuava dormindo e passei a usufruir,intensamente,o prazer que aquela pessoa estranha me oferecia.
A língua corria cada dedinho,banhando-o amorosamente.As solas foram regadas e mordiscadas.As mãos pressionavam,com delicadeza,meu tornozelo,minhas curvas e solas,e cada um dos dedos,desde o pequenino até o grandão.
_”Huuuuuuummmmmmm,que delícia!” pensei.
Em dado momento,tudo parou.
Abri os olhos.
Era um piloto que,sem graça,me olhava de soslaio,talvez com medo de uma espinafração.
_”Perdoe-me.Não consegui resistir.Suas solas pareciam,e realmente são, deliciosas. Mas,sinceramente,pela sua expressão risonha,acho que não cometi nenhum delito.”
E abriu-se num imenso sorriso.
_”Olha só.Você se arriscou muito.Já pensou se eu não curtisse esse carinho todo?” e devolvi o sorriso.
Permiti que ele continuasse, mais algum tempo, me acariciando daquela maneira.
Pouco antes de descermos,nos despedimos.
_”Muito obrigada pelo tratamento classe”A”
_”Eu que agradeço” ele respondeu.
E não nos vimos mais.
Ficou a lembrança, agradável, de mais um podólatra passando pela minha vida.




(Castelã_SM)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

NA CAMA NINGUÉM É NORMAL (última parte)

Melhor partir para outra. Por exemplo: a tara do carioca Edson D., de 28 anos, é transar com mulheres, digamos, fora do padrão de beleza - qualquer uma, desde que tenha varizes nas pernas, acima de 90 quilos e mais de 60 anos de idade. Como uma tal dona Carmen, com quem deu vazão pela primeira vez à sua gerontofilia - que, como você já sabe, é a atração sexual por idosos.


"Ela é uma senhora deveras obesa. Seus pés beiram colapso humano, de tão bizarros: uma mistura de preto com roxo. Ela ainda manca de uma perna e seu perfume lembra o entardecer podre do mundo fétido em que vivemos. Com tudo isso, me deixa louco de tesão.
Um dia, tomei coragem de atacar. Como ela é minha vizinha de porta, saí de casa, de madrugada, já despido e de pau duro. Entrei pela porta, que estava destrancada. Caminhei calmemente pela casa. De repente, tive a visão maravilhosa: pela porta semi-aberta do quarto, vi que ela dormia em seu leito. Estava descoberta, apenas com uma camisola de cor cinza que se misturva com a cor de suas pernas e pés. Rastejei até ela, ouvindo seus roncos mirabolantes.
Contemplei-a durante algum tempo e caí de boca sobre suas pernas e pés. Em meio à barriga enorme, pude avistar um rosto sorridente, alegre, com o vai-e-vem de minha língua. Ela suplicava o nome do neto dela. Então, entregou-se ao êxtase total. Começou a soltar alguns gemidos. Que delícia! Abri suas pernas, terefa que me fadigou muito, pois são pesadas e pareciam um tentáculo mole e podre. Subiu um odor maravilhoso que fez meu pau latejar de tesão.

Então abocanhei sua vagina desprovida de pêlos, apenas uma leve penugem branca. Um líquido escorria.
Eu queria completar meu ato, quando um barulho me assustou. Vinha do outro cômodo da casa. Uma voz chamava: "Mamãe, mamãe" , seguida de passos firmes e fortes. O medo falou mais alto que o tesão, e eu, mesmo de pau duro, fugi. Em casa, toquei uma deliciosa bronha. Gozei enlouquecido.
Agora, estou ensaiando um retorno ao local que denominei covil do prazer. Dessa vez planejarei melhor". Naturalmente, essa não é sua tara.


No caso de nada disso - coprofilia, urolagmia, gerontofilia, anoxia erótica - ser a sua praia, é possível partir para outra solução.
Que tal, por exemplo, transar no carro estacionado na garagem no horário de movimento? Ou dentro de um ônibus com passageiro? Ou ainda na cobertura de um prédio?
Em qualquer um desses casos você e sua parceira estarão praticando a chamada agrexofilia, que é a excitação sexual produzida pela perspectiva de que outros possam perceber ou ouvir seu ato sexual. Ou a oclofilia, que se refere às práticas sexuais em meio à multidão.

(Texto:Júlio da Mata)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

NA CAMA NINGUÉM É NORMAL (parte 2)


Veja só a sua ousadia praticada com uma amiga num fétido banheiro de botequim, na Rua do Acre, no Rio de Janeiro, e relatada com total despudor no diário nada íntimo que ela mantém na internet (http://videomacumba. blogspot.com/):
"Foi lá mesmo no bar que a coisa rolou. Tínhamos tomado umas e outras e trocado experiências quando ela me disse que iria ao banheiro. Eu pensei em acompanhá-la, mas ela pediu: "Espera sete minutos e entre".
Quando abri a porta daquele ambiente fétido, ela já estava vestida. Foi uma frustração. Porque a queria mesmo ver sentada naquela privada. Cheguei a pensar que fora enganada. Mas ela me pegou pelas mãos e me levou para ver o que havia acabado de fazer: era um troço enorme, ainda sólido, quase impossível de escapar de um furinho tão apertado. Realmente um dos mais lindos que eu já pude presenciar em toda minha vida de sexo diferente. Minha xoxota se melou de tanto tesão. Não resisti. Enfiei a mão no seu ânus e percebi que ele não havia sido limpo.

Começamos ali mesmo a nos esfregar. Com sua voz poderosa, ela então pediu para que eu cagasse pra ela. Começou a sair merda de meu rabo rapidamente. Eu sentia a mão dela percorrendo meu rabinho segurando minha merda vorazmente e, em seguida, besuntando seus mamilos. Eu tentava me segurar para não gritar de tesão. Afinal, estávamos num banheiro público. Perdida num universo mágico de urina e fezes, pedi que ela retirasse aquele cocô lindo do vaso e esfregasse em mim.Ela o fez rapidamente. Ali mesmo naquele chão podre de banheiro público nos envolvemos num lindo 69. Com nossas bocetas e rabos devidamente sujos, nos lambemos. Sentimos uma dentro da outra num baile divinal de corpos envoltos em merda quente e fresca. Gozamos ali mesmo. Várias vezes. Depois nos vestimos, sem a preocupação da limpeza, e assim mesmo, todas imundas, saímos pela rua abraçadinhas."
A imagem pode ser chocante, mas também não deixa de ser engraçada, é ou não é? Para quem vê apenas morbidez, ou perversão, Kailla tem uma resposta na ponta da língua. "Não somos anormais, como julga a regra da certinha sociedade. Nossa atitude sexual é de vanguarda. O que fazemos é a liberação dos atos que estão na cabeça de qualquer um, só que neles morrem antes de nascer”
E o que dizem os especialistas em sexo e comportamento? Bem, segundo eles, do ponto de vista emocional, ninguém pode ser condenado por buscar mais prazer. Uma vida sexual recheada de variações é saudável e todo mundo gosta.
Desde que os dois estejam de acordo, vale tudo. Mas há limites. E esse limite é alcançado, dando vez à doença, quando essas práticas transformam-se na única forma de se obter prazer sexual na vida de uma pessoa, e não numa brincadeira ocasional.
É o que ocorre com quem pratica a perigosa anoxia erótica. Nunca ouviu falar nem sabe o que é? Aí vai: é o ato sexual em que se alcança o prazer mediante a asfixia (!!!).Mas mesmo quem consegue parar a tempo pode sofrer danos cerebrais irreversíveis. Por isso, moralismo à parte, não vale a pena entrar nessa. Melhor partir para outra.


(continua)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

NA CAMA NINGUÉM É NORMAL (parte 1)

Na busca do prazer, algumas pessoas, aparentemente normais, como você, fazem coisas que nem o profundamente liberal marquês de Sade imaginaria

por Júlio da Mata

Nélson Rodrigues já alertava, numa de suas máximas: "Se as pessoas conhecessem a vida sexual uma das outras, ninguém se cumprimentava na rua". Porque a liberdade sexual não tem limites.
Coisas incríveis acontecem quando duas pessoas se encontram a sós entre quatro paredes. E não estamos falando de sadomasoquismo, porque isso é já faz parte da rotina - até nossos avós, que tinham tantos preconceitos, se excitavam assim - mas de taras barras-pesadas mesmo, como a anoxia erótica (forma de prazer obtida pela asfixia), a gerontofilia (a atração sexual por velhos) e a acrotomofilia (inclinação ou afeição doentia pela idéia de fazer sexo com mutilado).

Algumas práticas são nojentas e esdrúxulas, como a coprofilia (excitação sexual produzida pelo cheiro, visão ou contato com fezes(!) e a urolagmia (forma de prazer obtida pelo contato com urina).
Nem o marquês de Sade imaginaria tanto.Por exemplo: se lhe contassem que um dos maiores nomes da literatura universal, James Joyce (1882/1941), era um incontrolável apreciador das instâncias mais nojentas da fisiologia humana, você acreditaria?
Claro que não. Mas ali, naquele quarto com a porta fechada a chave por dentro, tudo é possível.

Homem de aparência circunspeta, de bigode e de óculos, autor do clássico Ulisses, em 1929 (aos 29 anos) Joyce chegou ao ponto de pedir à mulher amada (Nora Barnacle, 22 anos), em cartas de declarada paixão, que lhe soltasse gases nas narinas...
Eram cartas sérias e até românticas. Essa correspondência, até então enrustida, só foi descoberta depois da morte do autor de O Retrato do Artista Enquanto Jovem. E o que melhor nos parece: assinadas de próprio punho.
O resgate da correspondência veio pela amada, que o satisfazia em todas taras sexuais. Veja alguns trechos de sua correspondência com a amante (apenas as cartas escritas por ele, que estava em Dublin, na Irlanda, e ela em Pola, na Itália):


" (.) No âmago do amor espiritual que tenho por ti há também um desejo bestial e bruto por todos os pedacinhos de teu corpo, todas as partes secretas e vergonhosas dele e por tudo o que ele faz.

(.) Ensinei-te a fazer trejeitinhos indecentes com a língua e os lábios, a excitar-me por meio de toques e ruídos obscenos e até fazer na minha presença o ato mais sujo e vergonhoso. Lembra-te do dia em que levantaste a roupa e me deixaste ficar deitado por baixo de ti vendo-te fazê-lo? Depois ficaste com vergonha de me olhar nos olhos.
É maravilhoso foder uma mulher peidorrenta quando cada metida faz sair um. Penso que reconheceria um peido de Nora em qualquer lugar. Penso que poderia distingüir o dela numa sala cheia de mulheres peidando. É um barulhinho bem de menina, não como o peido molhado e cheio de vento que imagino ser os das esposas gordas (.)
Espero que nunca pares de soltar peidos na minha cara para que eu fique conhecendo também os cheiros deles."

O cara estava pirado, despirocou? Você ainda não viu nada. A melhor ainda: Ernest Hemingway, detentor do Prêmio Nobel de literatura, pediu uma vez a uma de suas muitas amadas, não menos que a deusa alemã Marlene Dietrich, que lhe urinasse nas narinas. Detalhe maior: Hemingway já havia feito O Velho e o Mar, o seu maior clássico literário. E Marlene Dietrich já era uma das mulheres mais cobiçadas do cinema mundial.
Não se sabe se essa tara do escritor fora movida por incontáveis doses de bebidas fortes - que ele consumia diariamente - ou se ele era mesmo um tarado insaciável.
As práticas eróticas dos dois escritores impressionam, vindas de quem veio. No entanto, elas são mais comuns do que se imagina, mesmo entre aqueles e aquelas que passam anônimos pelas ruas. Ninguém imagina o que fazem na cama.

(continua)


(Este artigo foi postado na lista Dark_Site em 04/09/2005)
NOTA: A autora do blog não compartilha do juízo de valor, do autor do texto,atribuído às práticas mencionadas.