Este castelo pertence à M@G@,Dominadora carioca há mais de 25 anos envolvida nesta prática BDSM

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

"A SAGA DE UM ESCRAVO": CAPÍTULO 25


_”Eu sei disso.Tenho certeza de que não repetirá.Seu castigo diz respeito à ofensa à mim e ao Dono da casa.Sabemos que Aldréa é uma “trash slave” mas você jamais poderia te-la tocado,sem permissão do Conde Ektor.Ela está hospedada aqui.Sendo assim,ninguém põe a mão nela sem a autorização do Dono da masmorra”.
“Trash slave”,o que poderia ser isso?” pensei com os meus botões. Literalmente,seria uma “escrava lixo” mas,qual seria o real significado desta expressão,neste meio?
Anotei,mentalmente,para uma consulta à minha Dona.
_”Sim,minha Senhora.Errei,sim e aceito o seu justo e benevolente castigo” Ernst termina por aquiescer.Seu corpo é acometido por um intenso estremecimento e percebo,medo,nos olhos dele.
Margue,já refeita de suas emoções,traz um banco coberto por, ponteagudos, pregos.Coloca-o no centro do salão.
Como que, comandada por um maestro,a música se torna soturna e grave.
A luz se torna mais mortiça,do que o habitual.Os incenseiros permanecem aromatizando tudo.
_”Senta” ordena Ektor.
Ernst se aproxima,vagarosamente, e senta.Um esgar de dor se lhe estampa no rosto.


Todos,com exceção dos escravos,se dirigem à um carrinho, de salgadinhos, que Rhina traz para o salão.
Ernst é esquecido,sentado no banco.
A Senhora Sarita,sorridente,se aproxima,de mim,comendo um croissant e faz menção de que vai me beijar.Eu a recebo para o beijo e toda a massa mastigada é despejada na minha boca.
_”Engole” é a ordem.
Meu estômago dá saltos mas consigo engolir,sem vomitar.
Assim acontece até que finalize o salgado.
_”Bom menino” ela diz e se afasta.
Observo Ernst que mal se mantém quieto,sentado no tal banquinho.Gotas de suor começam a lhe escorrer pelo rosto.
_”Você gostou de usar Aldréa ,não gostou?”o Conde Ektor se aproxima dele, vociferando.
Ernst se mantém calado.
_”Responde,réptil inútil.Você gostou de ter usado Aldréa,não gostou?” continua,trovejando.
_”S...im,s...im,Senhor” é a resposta entrecortada,de medo e dor.
_”Pois vai usa-la mais uma vez.Agora,com a minha autorização.Aproxime-se Aldréa” chama pela moça.”Quero este moço com o pau armado.AGORA.Usa a sua deliciosa língua” .
Aldréa se ajoelha e inicia um sexo oral naquele rapaz que se divide entre o prazer das carícias e a dor do suplício.
Ao constatar o pau duro do supliciado,o Conde Ektor ordena, à moça:_”Prepara o cacete dele,você vai monta-lo”



Ela coloca um preservativo naquele pau armado e se deixa penetrar, montando nele.
Ernst geme alto.O peso da jovem,no seu colo,sentado no instrumento de tortura,faz com que os pregos penetrem,mais,a sua bunda.
E Aldréa sobe e desce,cavalgando o cacete de Ernst.Isso provoca uma fricção maior com os pregos.Eu nunca havia imaginado tal possibilidade.A imensa dor dos pregos aliada ao enorme prazer de uma xota quente e voluptuosa.A Senhora Sarita,Dreyfuss,Mestre Vladimir e o Conde Ektor apreciam a cena,impassíveis.Eu de quatro,feito um banquinho,com a minha Senhora sentada em cima.


Domme Ninon,já de volta,se entretém na mesinha de guloseimas.
Margue e Rhina estão sentadas no chão,observando o castigo,de longe.
_”Não se atreva a gozar” é a voz autoritária de Sarita,para Ernst.
Parece uma eternidade quando Mestre Vladimir,cochicha algo ao ouvido de Ektor.
_”Claro,perfeito” este concorda e ri.
_”Sai daí Aldréa.Acompanhe Mestre Vladimir” é a ordem,para a moça que desmonta de Ernst e acompanha àquele em direção a saída do salão.
Ernst é retirado do banquinho.Está pálido e sangue escorre de sua lacerada bunda.
_”Leva-o Rhina e entrega-o,para Narcisa, cuidar de suas feridas” é a ordem para a escrava do Dono da casa.
Ernst e Rhina abandonam o salão.Ele,coxeando,por conta dos ferimentos.
Conde Ektor aproxima-se de Domme Ninon,abraçando-a.
”O enema deu resultado,querida?””Sim,perfeito,meu amigo.Ela está lá,soltando suas águas” e solta uma sonora gargalhada.
Todos os Dominadores,que estão no salão, conversam animadamente.
Os escravos permanecem silenciosos e no chão.
A Senhora Sarita se aproxima de mim,trazendo algo nas mãos.
_”Coloca,isto aqui,e me segue,de quatro.” e me entrega duas joelheiras e luvas em couro.
Estamos indo na direção das celas.Eu atrás dela,como um cão.
Passamos por algumas vazias, em outra delas está o Mestre Vladimir comendo o rabo de Aldréa.


Passamos por outra,onde Inga está acocorada no chão,sozinha.
Bem no final do corredor,a minha Senhora escolhe uma delas e entra,seguida por mim.Ela fecha a porta.
Há uma espécie de “chaise longue” no meio da cela,além de alguns aparatos de suplício,como uma cruz na parede e correntes pendentes do teto e,também, uma canga esquecida a um canto.
Ela se recosta na espreguiçadeira e manda que eu me aproxime.
_”Quero que você me faça feliz,agora.Meus pés estão esperando seu carinho”
Não é necessária uma segunda ordem.Descalço as luvas e,excitado,como estou, depois dos últimos acontecimentos,pego-lhe o pé com avidez e dou início a uma adoração,sem limites.



Chupo dedos, um a um,chupo solas e calcanhar,massageio solas e dedos,mordisco as pontas dos dedinhos,coloco parte inteira do pé na minha boca.Isso representa um parque de diversões para mim,tal o meu tesão por pés.
_”Deita”e ela passeia por cima de mim,com tranqüilidade e equilíbrio. Sinto-me um feliz tapete.Meu pau já subiu e está teso e duro chegando a doer.Todos os meus pêlos estão arrepiados,minha pele está eletrizada..Ela pisa no meu cacete com vontade e ele nem liga,se mantém animado.Aos poucos,sua mão direciona minha cabeça para suas pernas que sigo lambendo e chego às roliças e apetitosas coxas.Quando ela se abre para minha língua,na sua xana,e absorvo o aroma de fêmea excitada, que ela emana,chego ao paraíso sonhado por qualquer homem,seja escravo ou não.Ela está molhada de tesão e seu sabor se espalha pela minha língua.Os grandes e pequenos lábios oferecidos,o túrgido clitóris se avolumando a cada investida minha,me transportam para o Éden do prazer.
_”Vem,meu puto.Veste isso aqui e sirva a sua Dona com vontade e prazer.”
E meu cacete,com o preservativo,se dirige para aquela caverna de calor,umidade e pulsação.
_”Não se atreva a gozar sem minha ordem.”
E sigo estocando aquela gruta erótica e saborosa.Mais e mais os sons do tesão e prazer se fazem presentes.Ela geme alto e uiva.Eu fico atento a qualquer movimento ou ordem dela.Difícil segurar naquela fricção contínua,aquele arranhar gostoso que as bocetas têm.
Ela aperta e solta,espreme e libera.Um vai e vem frenético que dura uma eternidade de satisfação para,finalmente,ouvir a preciosa ordem:
_”Pode gozar,traste.”

Meio que temeroso,ainda, demoro a expelir todo o sêmen que o gozo me permite.O corpo dela estremece em espasmos contínuos até que eu sinto o calor do seu mel,se espalhando por meu pau que ainda não se liberou de tão agradável prisão.
Momentos de relaxamento se seguem depois disso.Eu,acocorado ,no chão e ela estendida,sonolentamente.
Depois de algum tempo,ela se levanta e sou levado,pela coleira, até uma outra cela onde há uma grande cama, com espaldar de metal,com enormes argolas,nas extremidades..
_”Deita” é a ordem.
Eu deito e ela me prende,pés e mãos, às argolas,através de algemas de metal.
Ela sai e eu permaneço, sozinho.
Nenhum som.Completo silêncio me envolve.A tênue luminosidade vem de fora através das altas janelas.
A tensão provocada pelo tesão reprimido, e liberado,me deixa sonolento.
Pego no sono.
Acordo com uma movimentação na cela.
É Narcisa que chega, para chamar para o almoço,naquele andar engraçado.Ela libera, meus pés e mãos,das algemas,e me encaminha para o refeitório.Não há nenhum dominador ali.
O agradável aroma, da comida, invade minhas narinas."Hummmmm..." descubro que estou esfomeado.Já não tenho noção, do tempo que se passou, desde a última refeição que fiz.
Somos servidos em gamelas de madeira,distribuídas sobre uma mesa, bem baixa,que só alcançamos,sentados no chão.Não há talheres. Comemos com as mãos.
_"Os nossos Donos farão a sesta,agora.Podemos relaxar,um pouco. "

Informa Rhina que ,já percebi,é a escrava mais importante,da casa.

(continua)

Castelã_SM

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

CONFECÇÃO DE ACESSÓRIO:RIDDING CROP (CHIBATA DE EQUITAÇÃO)


Material necessário:

- tiras de pelica (retalhos);
- vara de bambu flexível com diâmetro aproximado 3 milímetros e comprimento aproximado 50 centímetros;
- tubo de PVC diâmetro 20 mm e comprimento 10 cm (opcional);
- adesivo;
- linha fina de nylon, tipo pescaria (ou, se for usada máquina de costura, linha de algodão grossa tipo cordonê, da mesma cor da placa de pelica).

Ferramentas necessárias:

- tesoura;
- agulha grande ou máquina de costura para costurar pelica.

Modo de fazer:

Passo 1:
Tome os retalhos de pelica e corte com tesoura, de acordo com o formato escolhido. Corte duas peças iguais. Atenção: as tiras que serão trançadas ficam como um apêndice das placas (o formato lembra o desenho de um espermatozóide). As tiras podem ficar com 80 centímetros ou mais, dependendo do comprimento da haste que se quiser obter. (ver figura 1)

Passo 2 :
Costura-se o bordo de uma placa à outra, em quase toda a volta, deixando sem costurar a região de onde saem as tiras.
O comprimento usado para a haste de bambu deve ser mais comprido que o necessário. No ponto em que acabar a trança das tiras corta-se o que sobrar da haste.
A haste de bambu é introduzida pela abertura deixada nas tiras ficando entre as duas placas de couro, penetrando até o meio da figura. (ver figura 2)

Passo 3:
Posicionada a haste, costuram-se as placas de couro em volta dela , prendendo-a na posição escolhida.
Em seguida a tiras são trançadas em volta da haste até que se chegue às pontas. Verificado o ponto até onde podem chegar as tiras, ele é marcado e solta-se a trança nos últimos 12 centímetros.
Corta-se a haste de bambu no ponto marcado. A extremidade da haste de bambu é então introduzida no tubo de PVC, que será o cabo, ficando muito apertada lá dentro, mesmo. Se estiver folgada faz-se um enchimento com tiras de pano enroladas no bambu, até que fique bem justa.
Uma vez feito isso, refaz-se a trança, agora cobrindo o tubo. Aí as pontas das duas tiras são costuradas uma à outra. (ver figura 3)

Passo 4:
Finalmente, para arrematar, coloca-se o bonezinho circular de pelica na extremidade do tubo, aplicado com cola apropriada para couro. Pode ser Cascolar. (ver figura 4)


Observações:
Muitas medidas e outros dados aqui indicados podem ser modificados. Tamanho e formato das placas, diâmetro da haste (obtendo-se variação na flexibilidade), utilização ou não do cabo ou alteração no diâmetro dele e principalmente o comprimento da haste. Quem gostar da peça pode fazer várias, com aspectos e funcionalidades diferentes. Também pode ser substituída a haste de bambu por uma haste de nylon de 3 milímetros de diâmetro, com melhor desempenho do que o bambu.

Figura
1)




Figura 2 )







Figura 3)



Figura 4)





(Senhor Joe/postado na lista Nação BDSM)

sábado, 26 de julho de 2008

CBT ( COCK AND BALLS TORTURE)

CBT : quaisquer torturas nos genitais masculinos






( Castelã_SM)


sexta-feira, 18 de julho de 2008

VOCÊ SABE FAZER ESCOLHAS?


Gostaria de iniciar meu pensamento com os cuidados que se deve ter com as auto-denominações de Mestre, Rainha, Dommes, Mistress etc...
Muitos iniciantes, que mal sabem pegar em uma chibata se apresentam desta forma e facilmente "enganam" um e outro até o momento da prática. Esta prática com certeza é desastrosa e frustrante para os escravos pois não há condução da sessão com perícia, muito menos a preparação psicológica da mesma.
Então, carinha de brava não domina ninguém, feições de mau idem.
Normalmente quem só tem fachada corre o risco de ser dominado e conduzido por um escravo experiente.
A fama daqui e dali também é igualmente perigosa.
Ela já foi para este ou aquele país dominar ou ser dominada...
Ele já esteve nas maiores casas do EUA, Amsterdã, Londres.
Ela é hard, ele é sádico ao extremo.
Bem... Ao vermos a prática é catastrófica!

Aquela masoquista é hard.. Mas olhos experientes estão vendo uma alta dose de alto-destruição.
Sabes diferenciar alguém entregue de uma pessoa que quer se punir?
De alguém que provoca com alguém que não tem respeito por você?
De alguém dizendo SIM DOM, NÃO DOM com alguém que não está nem aí para suas ordens?

Iniciei este tema falando de "imagem" pois muitos escravos (as) correm a vida toda atrás disso..
Seja em corpinhos perfeitos, olhares maravilhosos, chicotes de 9m, e palmatórias cravejadas de pérola.
No final resta a decepção. O vazio. E a vontade de devolver a coleira...

Coleira... que palavra simples com tamanha vastidão de significados.
Receber a coleira de alguém é o resultado de uma longa entrega conquistada pouco a pouco.
Não é algo da noite para o dia ou que se faz por saber que a partir dali o Dono ou Rainha estão impedidos de sair com outra pessoa. Tamanha é a inversão de valores que alguns pensam isso.
Entregar a coleira a alguém é permitir que um pouco de ti acompanhe onde seu escravo(a) for. É um pouco de ti que sai quando ele sai, que fala quando ele fala, que ri quando ele ri e chora quando ele chora.
Esta troca, esta entrega é mágica e preciosa!

Mas experiência também não é tudo.
Aquele bruta montes que suspende até um elefante de circo e não tem ética, para mim também não vale nada.
É um ser que demonstra o que aprende em seu quintal e faz média em encontros e apresentações.
Usam seu conhecimento para angariar uma escrava e novamente lá vem a decepção da mesma... Pois era só isso que ele sabia fazer.

Isso sem falar da nova moda: Dominadores fazem sessão com Rainhas, a seduzem de forma baunilha e depois dizem que seu prazer é vergar Dommes. Mas eles se esquecem que elas fazem o mesmo, usam-no para seus prazeres pessoais. Algumas rainhas recebem ofertas de Mestres que depois viram escravas durante a sessão... Onde vão parar nossos princípios? Afinal eles saberão um dia o que são, quem são e o que querem? Nisto tudo onde entra a frase: Cada um é responsável por aquilo que cativa? Se não for este o objetivo então não envolva o nome BDSM.

Um nome manchado dificilmente conseguirá ser limpo.

Isso tudo apenas para dizer que devemos tomar muito cuidado com a experiência que adquirimos e o que faremos com a mesma. E quem ainda não tem esta experiência deve observar, antes de entregar-se.
Amadurecimento vem com o tempo e é triste ver imaturos entre nós sendo chamados de mestres, senhor, dom, rainhas, dommes.

Nosso território BDSM é rico e vasto. É uma pena que algumas pessoas estejam brincando de serem BDSMs, isso nos envergonha e mancha nossas práticas e filosofia. Será necessário um subgrupo de pessoas que levam à sério? Um grupo bebe chopinho. O outro bebe chopinho e faz SM com responsabilidade. O outro é avesso a chopp, mas atua com seriedade. Iremos distribuir medalhas? Diplominhas? Não.. Nada disso é necessário. Basta que cada um cuide de si e perceba que todos os seus atos são visíveis à todos. Sabem a frase: parede tem ouvido? Pois é.. E o que algumas paredes vêem são atos ridículos e inaceitáveis.

Tudo isso é transparente e podemos ver o que acontece ao nosso redor. Quem hoje em dia cai em balelas é porque quis. Não adianta depois chorar. Somos todos adultos, maiores de idade, e a desculpa é sempre a mesma: Sou iniciante.. Ou eu não sabia... Ou ele não me disse que seria desta ou daquela forma... Ou ela me machucou e eu nada pude fazer... Depois de estar amarrada.. já era... Eu fui ao motel com ele e SM que é bom nada.. Nossa transa foi baunilha. Ele é assim, assado, a coisa lá não funciona e assim vai...

Apenas para não dizer que eu não avisei, estou avisando:
Há pessoas que estão extrapolando e muito das suas auto-denominações, de sua auto-confiança e das portas abertas que recebem aonde vão.
Outras estão fazendo escolhas visivelmente erradas por desespero... Mas desesperar por que? Se olharem verão muita gente séria, competente, disposta a ensinar e formar com seriedade o futuro BDSMista.

SM não é brincadeirinha.
Quem quiser brincar de SM vá andar em trem fantasma no parque de diversão... Dá um medão danado.
SM é responsabilidade, segurança, ética tudo isso com a finalidade de receber alguém em nossas mãos para cuidar deste ser que se entrega, crescer ao lado dele, respeitando suas características para o prazer de ambos.

Estes são apenas alguns pensamentos de alguém que ouve muitas pessoas.
Algumas são felizes, outras não... Por pura falta de imprudência de suas escolhas.

Bela {LD}

sábado, 5 de julho de 2008

VISITANTE ILUSTRE



ELOGIO DO PECADO


Ela é uma mulher que goza

celestial, sublime, isso a torna perigosa

e você não pode nada contra o crime

dela ser uma mulher que goza

você pode persegui-la, ameaçá-la

tachá-la, matá-la se quiser

retalhar seu corpo, deixá-lo exposto

pra servir de exemplo.

É inútil. Ela agora pode resistir

ao mais feroz dos tempos

à ira, ao pior julgamento

repara, ela renasce e brota

nova rosa


Atravessou a história

foi queimada viva, acusada

desceu ao fundo dos infernos

e já não teme nada

retorna inteira, maior, mais larga

absolutamente poderosa.


(Bruna Lombardi)

segunda-feira, 30 de junho de 2008

FETICHES EM FOTOS

A palavra “fetiche” é derivada da palavra portuguesa “feitiço”,do latim “factitius”,com sentido de fazer o poder ou melhor “ter o poder”.De “facio” derivam algumas palavras significando,idolatria,magia.
A palavra foi usada pela primeira vez,provavelmente,aplicada a amuletos feitos pelo homem e que,supostamente,teriam poderes mágicos.
No início do século XVI,ao entrar em contato com a cultura africana,os portugueses encontraram nativos,da costa ocidental, que usavam pequenos objetos em seus rituais religiosos.Estes eram chamados de “feitiço” e a eles era dado um poder de magia e cura.
Hoje,a psicologia considera, o fetichismo,uma parafilia.
O fetiche é, sobretudo, uma espécie de obcessão por alguma coisa, uma situação, pessoa, ou parte da pessoa. Uma atração ou fixação incontrolável que dá origem a um prazer intenso.



PARTES DO CORPO






COURO E VINIL



METAL



SCAT



SALTO AGULHA



BOTAS



MEIAS FINAS



LUVAS

CALCINHAS
(Castelã_SM)









sábado, 21 de junho de 2008

"A SAGA DE UM ESCRAVO:CAPÍTULO 24"

Mestre Vladimir prende Margue ,no cavalete,de modo que o traseiro dela permaneça empinado..Calça luvas,do tipo cirúrgicas, e passa um creme no ânus da moça. Chama Aldréa e ordena que traga gelo.


Enquanto Aldréa não vem,ele se delicia enfiando,ora um ora dois,dedos no rabo da escrava.Ela se contorce e geme baixinho.
Meu pau dá sinais de alegria.
_”Recolha-se,impertinente.Não dê vexame aqui.” A Senhora Sarita cochicha em meu ouvido,e me dá um beliscão,assim que percebe minha ereção.Murcho, rapidamente.
A cena continua,com a mão de Vladimir no cu de Margue.Agora, já são três dedos,tentando o quarto,e o tesão aumenta.Já não tenho posição confortável. Sinto a vigilância de Sarita,sobre mim.
Domme Ninon cochicha algo para Inga e esta se aproxima, de Margue, beijando-lhe os cabelos,os ombros.A língua passeia por toda a coluna e costas, caminhando lentamente,despertando os poros,daquele corpo,para o prazer.
A abundante saliva ajuda a deslizar,aquele contato quente e molhado, pelo corpo contorcido de Margue.Finalmente,invade a boca da jovem,lambe dentes e morde lábios,no que é retribuída com ardor.


É um beijo demorado e sôfrego.Ambas se perdem,nesta carícia.Ninon chega junto à Inga,com um chicote na mão.Dá-lhe seguidas lambadas na bunda e,quando esta já está bastante vermelha, penetra sua xota com um vibrador ligado.Inga não se distancia das carícias,em Margue,e rebola no vibrador,com tesão e vontade.
Estou em polvorosa.Aquela cena toda e não posso manifestar o meu tesão.Sinto dor,na virlha.
Creio que seja, esta,a disciplina que sempre será exigida,de mim.
Margue se contorce,cada vez mais e, já,a mão toda,de Vladimir, está dentro dela.
_”Goza,puta vadia.Goza pelo cu,piranha safada” esbraveja ele.
Margue geme, alto,e se mexe,sem parar,até que,finalmente,seu corpo estremece em espasmos,denunciando o orgasmo que experimenta.



Ao mesmo tempo, é ordenado,à Inga,que goze e esta se junta, à outra, nos sons do gozo, permitido por seus Donos.
O suor escorre por meu rosto e corpo,tal a ansiedade que me toma.Meu pau, melado,transborda em flúidos.
_”Quieto você,no seu lugar.Não há permissão para qualquer manifestação de prazer,da sua parte.” É a ordem de Sarita,para mim.
Aldréa se aproxima,com o gelo.
Margue é desprendida,do cavalete,e jaz aos pés de seu Dono.
É a vez de Inga,no cavalete.Presa ,da mesma forma,tem sua bunda empinada e boceta,à mostra.
_”Prepara a moça,Aldréa.” ordena Ninon.
Aldréa se aproxima,da xota e rabo expostos,e inicia o sexo oral,no que é perita.Sua língua sabe,de cor,os caminhos do prazer,que deve percorrer. Invade a xota melada ,de gozo,instiga o cu,morde os lábios,chupa o grelo.
Inga parece eletrizada se contorcendo,a cada carícia.Geme alto.



_”Você já aproveitou bastante da festa,não é mocinha?Sua Senhora deixou que você gozasse.Agora ,vamos para uma nova diversão” Vladimir ri ,se aproxima do cavalete e afasta Aldréa. Calça novas luvas e abre a bunda de Inga com os dedos lambuzados,na própria porra da escrava.
Após breve penetração,com os dedos,ele vai preenchendo,aquele cu,com as pedras de gelo e,a moça,contando,uma a uma.
_”Uma,Senhor”
_”Duas,Senhor”
_”Três,Senhor”
Chega a vinte.



_”Nenhuma gota deve sair daí,está ouvindo?” esbraveja Vladimir,
_”Sim,Senhor” ela responde.
Eu estou aflito.Tantas pedras de gelo derretendo,ali, e nenhuma gota pode ser derramada.Imagino o esforço e a aflição da moça tentando segurar tudo aquilo.
Dreyfuss se dirige a uma das cruzes,com um longo chicote nas mãos e leva Aldréa,com ele.Ela é presa nos ganchos da peça,de costas para nós.Inicia-se uma longa jornada de golpes,no lombo da escrava.
_”Conta para mim,escrava”
_”Um,Senhor”
_”Dois,Senhor”
E aquela contagem prossegue,interminável.Chega a cem.Gotas de sangue afloram dos vergões,resultado da surra.
Observo que um líquido escorre pelas pernas de Aldréa. Dreyfuss também percebe e diz,sorrindo,debochado:
_”A cadela goza com esta bela surra,né?”


Passa a mão pelos cabelos dela,puxa-lhe a cabeça para trás e dá-lhe um longo beijo.
Ektor se aproxima e enfia os dedos na boceta da moça.Dá várias estocadas fortes.Ela se contorce e estremece,no momento do orgasmo.
_”Venha ,Rhina.Passa gelo nos vergões.”
A pequenina mulher,cuidadosamente,passa as pedras,de gelo,nas marcas deixadas pelo chicote.
Dreyfuss solta Aldréa e ela permanece acocorada,no mesmo lugar.
Neste momento,ouve-se o choro convulsivo de Inga.
_”Senhora,piedade.Não consigo segurar mais.Perdão e piedade,Senhora”
Domme Ninon solta Inga,do cavalete,e numa voz,nervosa,diz:
_”Desapareça ,incompetente.Suma,vá tirar esta água toda,do rabo,imprestável”.
Inga some,correndo,por uma das saídas.
_”Chegou a hora,amada Sarita.Vamos trabalhar o seu escravo” é Dreyfuss rindo,fazendo descer a gaiola.
_”Venha meu caro,seu castigo está chegando.” E continua rindo,do olhar assustado de Ernst.Este é colocado no centro,de um círculo,formado por todos os presentes,menos Domme Ninon. Ela havia saído,acompanhando a escrava.
A Senhora Sarita se aproxima de Ernst e este lhe beija os pés e a mãos,e murmura: _”Perdão,Senhora.Não repetirei a afronta que lhe fiz . Não tornarei a ofende-la,eu juro.” E lágrimas,de arrependimento,descem pelo rosto do escravo.

(continua)








sexta-feira, 20 de junho de 2008

MEU SIGNO CIGANO


SIGNO DO MACHADO

22 de novembro a 21 de dezembro (Sagitário)


Metal regente: Estanho

Perfume: Jasmim ou Benjoim

Pedras: Safira, Turquesa e Granada

Dia de Sorte: Quinta-feira

Cores: Púrpura ,Violeta e Verde

Planeta: Lua

O machado é o destruidor de bloqueios e barreiras.

Ele simboliza a liberdade, pois rompe com todas os obstáculos que a natureza impõe.

A pessoa sob esta influência tem a liberdade como palavra chave.

Aventureira, jamais permanece parada em um só lugar.É como o vento, que tudo toca, em tudo está, mas em nada fica.

Otimista, percebe sinais de alegria até nos momentos mais dolorosos.

Apaixona-se e desapaixona-se com facilidade.

Detesta a rotina no trabalho e deseja aprender sempre.
Liberdade é tão essencial a você como o ar que respira. Precisa dela para sair em busca das aventuras, que são o recheio da sua vida.

Franqueza e sinceridade são seus pontos mais forte por usá-los bastante é que acaba magoando outras pessoas.

Conselho:Para o seu lado influenciável e o defeito de exagerar suas ações e sentimentos.


CIGANO PROTETOR - Zoraya de Louvraria.

terça-feira, 17 de junho de 2008

CÓCEGAS ( TICKLING)


Em BDSM as cócegas podem ser usadas para despertar o corpo do(a) parceiro(a),para o prazer,ou podem ser usadas, também,como forma de punição.Há quem consiga chegar ao orgasmo,apenas estimulado, adequadamente,por cócegas.
As cócegas são um processo neurológico e físico do corpo humano. Diversas teorias tentam explicar o que são as cócegas e a mais aceita recentemente pelos cientistas é a de que as cócegas são um sistema de autodefesa do corpo. Segundo essa teoria,o cérebro emite um sinal de alarme e o corpo responde rapidamente
Quando sentimos cócegas, o que acontece na verdade é a transmissão do impulso nervoso da área onde se faz cócegas até a resposta no córtex somestésico, a região do cérebro que sente toques na pele.
Geralmente estimulada por um leve roçar da pele, fricção ou pequenas pressões (apertões) em certas partes do corpo, as cócegas são um meio de se aproximar de maneira mais íntima com o outro. Ao receber as cócegas, nosso corpo acaba reagindo com espasmos e riso convulso.
Darwin teorizou a relação entre as cócegas e as relações sociais, argumentando que a cócega provoca risos através da antecipação do prazer. Se fizermos cócegas em um estranho, por exemplo, essa situação não terá um resultado muito positivo, e provavelmente quem recebeu a cócega não irá rir, e sim achar o ato como desagrádavel.



As cócegas são feitas entre amigos, entre pais e filhos, gerando prazer e confiança. Entretanto, a relação entre irmãos que procuram, através das cócegas, punir ou intimidar os irmãos mais ingênuos ou fracos, é perigosa e deve ser evitada, visto que resultam em confusões(pode levar,até,à morte).
As cócegas são classificadas por psicólogos como parte de um "jogo social" que envolve intimidade e até mesmo a ciência cognitiva. As cócegas produzem prazer, mesmo para aqueles que não gostam de recebê-la.
As cócegas excessivas são um meio de prazer mais sexual, e por causa disso são, as de exagero, tratadas como uma forma de parafilia..
A pele possui inúmeras terminações nervosas que, conforme são tocadas, enviam diferentes mensagens ao cérebro. Assim como a sensibilidade ao frio, ao calor e até à dor, as pessoas respondem de maneiras diferentes a estes toques.
As áreas sujeitas a estas sensações costumam ser protegidas do toque alheio e esse afastamento faz com que aumente a sensação de cócegas. O nervosismo também aumenta a sensibilidade às cócegas, já que em geral elas são imprevisíveis e geram um estado semelhante à aflição e ao pânico, embora a pessoa esteja sorrindo.
E por que não sentimos quando fazemos em nós mesmos?
O motivo principal é a previsibilidade. Já sabemos onde, quando e como será a intensidade do toque, por isso não ficamos surpresos, o que diminiu bastante a surpresa, e assim, as cócegas.

(FONTE:Internet/adaptação:Castelã_SM))

domingo, 15 de junho de 2008

ZONAS ERÓGENAS


Zonas erógenas são,as partes do corpo,onde,com um toque, pode-se causar excitação sexual

Lábios, pescoço e garganta(tocar suavemente,essas áreas, pode ser altamente excitante,seja com lábios,língua e mãos).


Seios e mamilos(muito sensíveis à carícias,beijos,apertões,beliscões)
Nádegas(dotadas de sensíveis terminais nervosos.Sua forma é altamente excitante,para homens e mulheres.Inclui-se aqui,o ânus)
Coxas(parte interior das coxas é sensível ao toque de mãos,boca e língua).


Tornozelos e panturrilhas (reage ao toque sensual de forma inimaginável)
Pés( têm conexões reflexas que produzem sensações de prazer transmitido a todo o corpo e os membros).
Para tornar a relação, mais criativa e excitante,é importante desenvolver a habilidade de “despertar” o corpo do(a) parceiro(a) para o tesão,o prazer e o sexo.


(Castelã_SM)



sábado, 7 de junho de 2008

VISITANTE ILUSTRE


FETICHE

(canta Martinho da Vila)


Oh! Oh! Oh! Oh!

Ah! Ah! Ah! Ah!

Ai, ai, ai! Ai, ai, ai!

Ui, ui, ui! Ui, ui, ui!


Marcantes dobrinhas atrás dos joelhos

Lindas batatinhas moldando as canelas

Meu Deus! Que magia têm os calcanhares

No alto dos saltos das sandálias dela


Ela veio andando com tanta altivez

Ao passar me fitou com feitiço no olhar

Eu senti um tremor de desejo e de medo

Me dando motivo pra fantasiar

Na bolsa que ela carrega


Deve ter algemas, chicote ou chinela

E a tatuagem completa o fetiche

Que a correntinha de ouro revela


Oh! Oh! Oh! Oh!

Ah! Ah! Ah! Ah!

Ai, ai, ai! Ai, ai, ai!

Ui, ui, ui! Ui, ui, ui!


(Composição:Claudio Jorge/Martinho da Vila)

domingo, 23 de março de 2008

VISITANTE ILUSTRE



O uso das palavras obscenas

Desmedido eu que vivo com medida

Amigos, deixai-me que vos explique

Com grosseiras palavras vos fustigue

Como se aos milhares fossem nesta vida!


Há palavras que a foder dão euforia:

Para o fodidor, foda é palavra louca

E se a palavra traz sempre na boca

Qualquer colchão furado o alivia.


O puro fodilhão é de enforcar!

Se ela o der até se esvaziar: bem.

Maré não lava o que a arvore retém!


Só não façam lavagem ao juizo!

Do homem a arte é: foder e pensar.

(Mas o luxo do homem é: o riso)


(Bertold Brecht)

quarta-feira, 19 de março de 2008

ESCLARECENDO O SEXO (PARTE FINAL)



Pesquisa tirada da NET.São,ao todo,12 questões.Estas são as quatro finais:

9. Sexo no primeiro encontro atrapalha os planos da mulher que quer se casar?

R.:Se ela saiu para se divertir, vai propor um motel sem se preocupar com o que ele vai pensar. Porém, se planeja um namoro firme, inventará desculpas. O preconceito está na cabeça feminina, que preserva o ideal romântico desvinculado do sexo. Mesmo se sentindo autônoma, acredita que passando a "boa impressão" pode se tornar uma excelente candidata ao casamento. (Maria Helena Vilela)

10. O sexo na velhice ainda é objeto de censura?

R.:Até os anos 50, o sexo era associado apenas à reprodução. A sociedade, então, interditava o idoso com a sentença: "Se ele não pode mais reproduzir, faz sexo por sem-vergonhice". O peso da condenação era ainda maior sobre as mulheres. O homem contava com a complacência ao arranjar uma jovem capaz de engravidar. Felizmente, há uma tendência de mudança. Os jovens já sabem que vão viver mais tempo que os avós e que precisam se preparar para ter qualidade de vida - e isso inclui o sexo - aos 70 e 80 anos. (Oswaldo Rodrigues Jr.)

11. A mulher aprendeu a lidar com certas fantasias do homem, como manter relação vestido de mulher?

R.:Ela já se dispõe a realizar muitas das fantasias masculinas. Mas essa é muito provável que não aceite. Tende a interpretar o fato como uma revelação da orientação sexual do parceiro. Ou seja, vai imaginar que, no fundo, ele é gay. O mesmo acontece quando ele pede carícias no ânus. Por uma distorção cultural, acreditamos que só os homossexuais têm prazer na região anal. Mas isso não é verdade: a área é altamente excitável, e tanto homens como mulheres podem experimentar sensações prazerosas ao serem tocados ali. (Maria Helena Vilela)

12. A troca de carícias entre pessoas do mesmo sexo ainda é associada pela sociedade à homossexualidade?

R.:Não mais. Presenciei uma linda mulher revelando às amigas que ela havia se encontrado com uma colega numa festa. As duas se sentiram atraídas, se beijaram, se tocaram e os contatos pararam por aí. Ambas têm parceiros masculinos e não mudaram a orientação sexual por causa da experiência. Também estão se tornando comuns os movimentos de adolescentes que dão "selinho" (beijo nos lábios) nas baladas para demonstrar afeto, sem que isso desencadeie desejos. As meninas adotam o comportamento sem culpa, como forma de auto-afirmação diante dos meninos, que são mais introvertidos e menos decididos do que elas. (Ana Canosa)

sábado, 15 de março de 2008

"A SAGA DE UM ESCRAVO":CAPÍTULO 23


A Senhora Sarita tira seus dedos do meu rabo e descalça as luvas.
A escrava sai de cima de mim.
Minhas mãos e pés são desprendidos do cabo.Estou dormente,mal consigo me mexer.
_”Vem,Endiatra”
Sarita se deita ao meu lado e coloca a cabeça da escrava entre suas coxas,para receber a boca quente,de prazer,em sua xota.
Acompanho,com o olhar,aquele bailado de tesão.A cabeça loira,de Endiatra, num vai e vem ritmado.
Meu cu continua piscando numa inusitada excitação.
_”Vá até aquela bolsa e pega um preservativo” é a ordem de Sarita para mim.
Cambaleando,vou até lá e trago,o que foi pedido.
_”Coloca no seu pau e enraba essa vadia”
Visto meu cacete com a borrachinha.
Passo a mão na xota de Endiatra,que se delicia em chupar e lamber a Rainha. Está encharcada.
Abro a portinha daquele lindo cuzinho e brinco com os dedos.Ela começa a se mexer,pressionando a entrada deles, ali.Forço um pouquinho mais e meu pau se enterra naquele anelzinho apertado e quente.
Todos sintonizados, nós estamos envolvidos num movimento de tesão, prazer, satisfação e gozo.
Mexemos todos, ao ritmo do sexo preenchido e intenso.
_”Podem gozar,meus cães.Assim que estiverem prontos.Este é o prêmio de vocês.”
O ritmo se intensifica.Meu pau come,em investidas rápidas,aquela bunda.A Rainha se contorce a cada avanço de Endiatra e, esta,rebola alucinada.
Minutos de frenesi terminam em uivos da Rainha ,gemidos da escrava e esgares meus, num momento de êxtase conjunto.
Por algum tempo,ficamos quietos,exaustos.
_”Tomem banho naquela água que deixei” a Rainha foi a primeira a se manifestar.
Entramos,Endiatra e eu,na banheira com água quase fria,onde Sarita havia se banhado.Fico alisando as marcas do chicote na pele branca ,da escrava.
_”Não demorem, pois não estão em férias,não” é o aviso,com autoridade.
Sarita toma uma chuveirada,sozinha.
Estamos prontos,ajoelhados,à espera de novas ordens.
_”Venha me vestir,Endiatra” chama a Senhora Sarita.
A escrava,de imediato,se aproxima da Dona e termina seus atavios.
Eu permaneço quieto.
_”Vista-se Marcilius.Estamos indo”
Endiatra e eu nos vestimos e nos dirigimos ao carro.A Rainha dirige.
Num determinado ponto,do caminho,o carro pára.
”Vá de táxi,pegar seu carro.Daqui,eu sigo sozinha” e ela some no trânsito,junto da escrava,sem se despedir ou marcar qualquer coisa, para outro dia.
Vou para casa tentar relaxar.
Um banho quente,esparramado na minha banheira,e o som de Bach,é o mínimo de que preciso para colocar, em dia,minhas idéias e avaliar o que está acontecendo comigo.
Sem premeditação,me encontro na pele de um escravo,masoquista submisso, Jamais procurei por algo assim.
Que tipo de satisfação estou usufruindo desta novidade?
Num pequeno espaço de tempo,tenho experimentado sensações, as mais variadas,que vão desde indignação,prazer,sensualidade,sexo grupal, selvageria até uma realização jamais encontrada, em quaisquer outras relações que já tive.
Importante considerar, a obediência à Rainha Sarita.
Ela orienta e deseja.Ela decide e autoriza.Ela me toma e se desvencilha de mim,ao seu bel prazer.Apesar, ou até, exatamente por isso, a satisfação possa vir a ser maior.O meu prazer é comandado por ela.
O meu gozo é decidido por ela.Nesse simples, e pequeno, detalhe não tenho direito a escolha.Sou um objeto de prazer e poderei partilhar, ou extrair daí, todo o tesão,do mundo,DESDE QUE aceite o domínio dela.
Outro item a considerar é, se eu desejo continuar assim ou se vou dispensar essa relação.Fazendo uma avaliação,da alegria que tenho, quando partilho,com Sarita,de seus devaneios sexuais,não pretendo dispensar essa relação.
Então,como devo proceder para continuar? Não tenho nenhum meio de comunicação com ela.Fico dependendo de um contato dela para nos encontrarmos.
Meus pensamentos correm, céleres,e nem ouço o telefone tocando, insistentemente.
Esqueci de trazer meu sem fio,para o banheiro,e saio ,aos pulos,para atendê-lo,na sala.Uma trilha de água segue meus passos pelo apartamento.
_”Alô!” eu atendo.
_”Gostou?”a voz,que hoje, provoca meu tesão,só em ouvi-la.Meus poros se arreganham e meus pêlos se ouriçam levando um formigamento para minhas coxas,acendendo o fogo do meu pau.
_”Sim,Senhora.Gostei muito.Estava, agora mesmo,conjeturando sobre como isso tudo vai continuar.Como fazer para estar com a senhora ,de novo.”
_”Ahhhhhh.Então quer continuar,é?Muito bom ouvir isso.”
_”Sim,senhora.Quero continuar.”


_”Vamos nos encontrar,domingo,pela manhã,na praia.”foi a resposta.
Durmo a sono solto,revigorado e relaxado.
Hoje,o burburinho e animação,no escritório,fica por conta da comemoração do aniversário de nosso chefe.Neste final de tarde,, estamos nos dirigindo ao Bar do Trapiche,lugar de petiscos exóticos e cervas geladas, que fazem,de nossa sexta-feira,uma perene festa.
Apesar de toda a animação,meu pensamento se remete às minhas últimas vivências com Sarita, especialmente à minha experiência anal.Eu tive um grande prazer nesta realização.
O que diriam.estes meus companheiros, que brindam cada copo,com alegria e amizade,se soubessem que tive meu cu penetrado,por uma mulher, e que gostei muito disso?
Nesta reunião festiva,acompanhando Angelina,veio uma prima dela, Rebecca. Morena baixinha, longos cabelos desses cheios de cores,tal está se usando agora,olhos verdes,peitos pequenos e uma grande bunda.
Muito alegre,chama a atenção pelo espírito arguto e desinibido.
Dá palpites, bem ousados,sobre vários assuntos,especialmente os mais picantes,cetamente,dando asas à imaginação de muitos ali,especialmente, eu.
Parece que a minha parceria com Sarita deixou,à flor da pele,toda a minha carência em termos de novidades sexuais.
Tento me aproximar mais dela.
_Casada? É a primeira abordagem.
_”Não.Já fui,por 6 anos,mas agora,estou sozinha”
”Nenhum namorado?””Nenhum,no momento”
_”Não acredito.Uma jovem tão espirituosa e bonita,sem namorado? Os homens ficaram cegos,é?”
Ela ri,não acreditando em minhas palavras mas,talvez,imaginando que um flerte se inicia aqui.
_”Você é engraçado.Essa cantada não é inédita,sabia?”
_”Com certeza,nós, homens,somos carentes de imaginação.” Rimos, os dois.
Até o final da noite,eu já havia alinhavado, com ela,um encontro para o domingo.
Sábado nublado.Aliás,há algum tempo que os fins de semana têm estado, bastante temperamentais,sem sol.
Meu compromisso com Sarita não prevê sol ou chuva.Pelo que já aprendi,a respeito dela,jamais faltará,mesmo que se desdobrem, do céu,chuvas e trovoadas.
Eu já estou,aqui,há meia hora,entre entediado e apreensivo.Pouco há o que ver, por aqui.As belas mulheres sumiram com o tempo feio.Alguns jogadores de peteca ainda teimam em aproveitar,o mínimo mormaço,para exercitar o corpo.
Os quiosques estão vazios.Acabo de beber minha água de coco e me preparo, para sair,deduzindo haver levado um fora.
_”Que manhã horrível,hoje” minha alma se aquieta,ouvindo essa voz que já prepara meu corpo para o inusitado.
_”Bom dia,Senhora.Realmente está uma feia manhã.”
Ela estende a mão,que beijo,de forma reverenciada.
_”Deseja uma água de coco,Senhora?”
_”Sim,quero”
Senta-se ao meu lado e saboreia,aos goles,a fresca e adocicada bebida.
_”Hoje,tenho algo programado para você” seu olhar acompanha um navio que,ao longe,se afasta,no horizonte.
_”Você retornará a um lugar que já conhece e presenciará cenas importantes para seu adestramento.Meu carro está no estacionamento,você dirige”
Recolho meus pertences,e a bolsa dela,e seguimos em direção à calçada.
_”Segue para a Avenida Brasil.Pode ir sempre em frente.”
Os pés dela já estão no meu colo,cumprindo com seu papel de excitar-me.
Ela curte música clássica e,ao som de Mozart,caminhamos alguns bons quilômetros, até Santa Cruz.
_”Você vai conhecer o sítio onde aconteceu aquela festa.” Ela esclarece.
Por um bom tempo,percorremos uma estradinha de terra,num lugar ermo,que termina nos portões da tal propriedade.
Muros altos com portões em chapas de metal,não há possibilidade de ver a parte interna.
Sarita toca a campainha e se identifica,pelo interfone.
Os portões se abrem e consigo ver,com clareza,o lugar para onde eu havia sido seqüestrado.
Amplo jardim gramado,com esparsos coqueiros-anões.Pequenos canteiros floridos,cercados por seixos rolados.Uma alameda, de frondosas mangueiras, nos permite o acesso ao corpo da casa principal,a partir do estacionamento que fica à esquerda de quem chega.Contornando todo o espaço do sítio, há uma estradinha estreita e limpa,parecendo uma ciclovia.
Ao fundo,uma espécie de estábulo,que se atinge após passar por duas quadras cercadas e limpas.Não há cheiro de estrume.
A casa principal imita um castelo.Toda em pedra,possui uma ponte levadiça que desce por sobre um pequeno lago,à semelhança de um fosso.
Há bandeiras,de cores diversas,hasteadas e com desenhos que eu não consigo identificar.
O portão de acesso,ao castelo,é em madeira maciça,com enormes cravos de metal.Encimando este portão há,em cada lado,uma luminária em forma de tocha.
Entramos no salão principal.Muito amplo,forrado com um enorme tapete vermelho,em contraste com o piso,de granito preto.Jogos de sofá,três grandes e dois pequenos, em madeira maciça e almofadas em preto, se distribuem pelo ambiente.Um espetacular lustre,em metal rústico, e muitas lâmpadas,pende do teto.A um canto,uma grande mesa,também,em madeira maciça,reúne doze cadeiras,para refeições.
Três vitrais permitem que a claridade externa invada este lugar austero e elegante. Há aroma de incenso,no ar.Uma suave música complementa o clima.
Somos recebidos por um casal.Ele é jovem,na faixa dos trinta, muito alto e corpulento,tez morena,olhos pretos e cabelos encaracolados até o ombro, também,pretos.Sem barba ou bigode,a boca se abre num sorriso de dentes muito brancos .Veste-se,inteiramente,em couro preto, inclusive botas e luvas, tipo motoqueiro.
_”Conde Ektor!” anuncia a Senhora Sarita,à guisa de cumprimento.
_”Minha querida Sarita,que prazer recebe-la aqui,os outros convidados a aguardam” ele abre os braços e a acolhe num amplo abraço,beijam-se na boca.
_”Pequena Rhina,linda como sempre” e a Senhora Sarita se dirige à mulher negra que acompanha o Conde,dando-lhe um abraço caloroso e beijos nas bochechas.Rhina beija a mão de minha Senhora.Ela é bem pequena e roliça,com belas curvas,olhos verdes,cabeça quase raspada, possui lindas feições,deve estar na faixa dos quarenta anos.Descalça,está vestida com um tapa sexo preto e,sem nenhum constrangimento, seios à mostra,com piercings.Traz o corpo marcado por vergões,alguns parecem recentes,outros são manchas antigas.
No braço esquerdo,possui uma tatuagem: {CE}.No pescoço, uma coleira de couro e uma chapa de metal com o escrito:{EKTOR}
_”Este é meu escravo,em treinamento,Marcilius” e sou apresentado aos anfitriões.
Cumprimento,a cada um dos dois,com um aperto de mão.Não ouso beijar Rhina.
Sentam-se nos amplos sofás. A mim,é destinado um canto,no chão,ao lado de Sarita.Comentários são feitos,sobre a última festa e, muita satisfação, é compartilhada, pelo sucesso da mesma.
Após algum tempo,carregando uma bandeja com sucos,bolos e biscoitos, entra uma mulher bem jovem,de pele clara e longos cabelos castanhos. Como Rhina, descalça,veste tapa sexo e seios, à mostra.A mesma coleira com o mesmo nome. Não tem a tatuagem no braço e anda esquisito, porque carrega,no meio das pernas,presa aos genitais,uma corrente cheia de argolas de metal,de vários tamanhos. Os grandes lábios ficam repuxados para baixo,suportando aquele peso.
_”Venha, Narcisa.Distribua este lanche,na mesa.” Ordena o homem.
Assim que ela se retira,sem falar com ninguém,nos aproximamos da mesa, para lanchar.
_”Sente-se aqui,Marcilius”
É-me indicado um lugar,sempre no chão,ao lado da cadeira aonde se senta a Senhora Sarita.
Rhina se acomoda,acocorada,ao lado de seu Dono.Ele pega um prato,com biscoitos,e o coloca para que ela coma dali,feito uma cadela.
O mesmo me é destinado.Um prato,com bolo é disposto,no meu lugar, para que eu o saboreie,feito um cão.
Ambos recebemos uma vasilha,com suco,para que nos sirvamos,do mesmo modo.
O bate papo sobre a festa,e os preparativos para a próxima,se desenrola entre os dois Senhores.
Já saciados,somos convidados a seguir para outro cômodo.Através dos corredores,onde existem as celas,que eu já conheço,nos dirigimos ao subsolo,por onde passa um riacho e aonde existe o grande salão,para suplício.


Está estranho,por que vazio,sem a animação que vi, naquela festa.
A mortiça luz,os mesmos incenseiros,criando um ambiente aromático, completado pelo belo som de Enya.
Já estão,lá,dois casais,mais duas mulheres e,pendurado na gaiola,um homem.
_”Meu querido Mestre Vladimir”,efusivamente,minha Senhora,cumprimenta um homem já bem maduro,negro,de pouca estatura e corpulento,vestido à semelhança de Ektor.
_”Doce Margue” e cumprimenta a jovem bem branca,pequena e loira,que o acompanha,e está tão nua quanto Rhina e Narcisa.Seu alvo corpo traz marcas bastante visíveis e fortes,umas são vergões e outras desconheço a origem.
Há uma marca maior,que parece queimadura, (MV) ,nas nádegas.
Dreyfuss,meu antigo conhecido,está a um canto verificando um acessório,que parece um cavalete.Ao chegarmos,ele se aproxima.
_”Olá,minha amada,Sarita” e os pequenos braços enlaçam,a Rainha, num abraço apertado.Não entendo o sentimento ciumento que me acomete.
_”Este é aquele nosso jovem?Parece que conseguiu o que queria,aliás,você sempre consegue” e dá uma sonora gargalhada.Todos riem.
Aldréa,que eu conheci,na festa,se aproxima,também,e beija as mãos da Senhora Sarita.
_”Como vai,Senhora?Tudo bem?”
_”Sim,querida Aldréa,tudo ótimo.Trouxe meu escravo,para continuar o adestramento”e aponta para mim.
_”Esta é Domme Ninon e sua escrava, Inga”, Dreyfuss faz as apresentações.
_”Aquele é Ernst,escravo de Sarita.Vai ser punido,hoje” e aponta para o homem da gaiola.Acabo por reconhecer o jovem que me dissera ser meu irmão de coleira.Se bem entendi,o esquema,ele é escravo da Senhora Sarita e, por alguma falta cometida,será castigado,ali.
Domme Ninon se aproxima e cumprimenta minha Senhora,com beijos formais.A escrava dela,tão nua quanto às restantes,é ignorada, mantendo-se sentada no chão,onde estivera,até agora.É uma mulher, na casa dos quarenta,corpo bem feito,bem bonita nos seus cabelos ruivos e olhos verdes.
Domme Ninon é uma mulher entrada nos cinqüenta anos.Bem alta,loira, olhos azuis,pele clara,bem magra e ossuda.Traja um vestido preto com alças,bem curto,botas pretas até às coxas.Tem uma atitude arrogante e antipática.Faz questão de me ignorar.
_”Quer dizer que teremos boas cenas,hoje,aqui” diz,numa voz esganiçada e irritante.
Todos se dirigem para um grande sofá e o cavalete é armado,bem próximo.Eu permaneço aos pés de minha Senhora,muito atento aos acontecimentos,que me servirão de lição.


(continua)







quinta-feira, 13 de março de 2008

SPANKING SEGURO



Verde = Zonas Seguras

Podem receber golpes firmes sem qualquer perigo.

Amarelo = Zonas de risco

Os golpes devem ser desferidos com cuidado, nem muito fortes nem repetidos com frequência.

Vermelho = Zonas de perigo

Nunca devem ser golpeadas diretamente, já que são áreas de alto risco.

Círculos roxos = Zonas críticas

Também, em nenhuma hipótese, devem receber golpes diretos, e qualquer pressão mantida sobre elas por muito tempo é perigosa, pois são pontos essenciais para a circulação sanguínea.

(METATRON)




sábado, 8 de março de 2008

PODOLATRIA


Muitas são as explicações sobre as origens históricas e as causas psicológicas da podolatria. "A palavra 'podolatria' vem do grego 'podo' (pé) e 'latria' (adoração), significando a adoração dos pés.
“Um podólatra é uma pessoa que vê, nos pés ,um alvo de atenção sexual; uma parte da anatomia que desperta fantasias ou desejos sexuais.” Todas as anotações históricas dão conta de que a primeira vez,em que os pés ficaram,em evidência,foi na China.
Tudo teria começado com o nascimento da princesa Taki. Ela nasceu com uma deformidade congênita: pés muito pequenos. Para que a filha não fosse discriminada, o Imperador baixou um decreto determinando que para ser aceita como uma aristocrata, e viver na Corte, toda mulher, para ser bela e atraente,teria que ter pés, bem, pequenos. Aos 3 anos, enfaixava-se os pés das meninas, de forma a que os dedos (menos o dedão) ficassem voltados para baixo, na direção da sola. Com isso, o arco do pé acentuava-se, uma vez que o crescimento frontal estava obstruído.O pé ideal,não podia ter mais do que oito centímetros e era uma atração especial,nos jogos sexuais.




No Japão e na Índia ou no mundo árabe não há registro desta prática.Há,no entanto,uma impressiva bibliografia sobre a podossexualidade. Os grandes manuais do amor 'Aos Pés da Minha Dama', de Yukio Noguchi, o 'Kama Sutra', de Mallinaga de Vatsyayana e 'O Jardim das Delícias', do Xeique Nefzaui não deixam dúvidas sobre a importância de pés femininos,para o sexo de qualidade.
Uma ciência oriental, a reflexologia,estuda os pés como representacão de outros orgãos do corpo humano, incluídos, aí, os genitais, o que equivale dizer que a estimulacão de certos pontos estratégicos nos pés, ajudaria a estimular sexualmente o(a) parceiro(a), aumentando assim, tanto o prazer, como o apetite sexual. Bem estimulados,manual ou oralmente,os pés podem ser fonte de grande prazer.
Do ponto de vista das correntes freudianas da psicologia,a podossexualidade é uma forma de fetiche.
Segundo estas teorias, o fetiche por pés tem sua origem na infancia quando, a criança, vive alguma situação cotidiana envolvendo seus pés e o concomitante despertar do interesse sexual.Depois disso,ela terá uma forte tendência para repetir a mesma situação,para obter prazer. Por estas teorias,a podolatria é uma parafilia masculina que, geralmente, está associada à heterossexualidade.








Com a liberação sexual dos anos 70, a podo-homossexualidade, tanto masculina como feminina, se tornou conhecida.
Igualmente, segue os mesmos parâmetros de comportamento que a podolatria heterossexual.Isso quer dizer que, supostamente, um pé feminino deve ser adorado por ser delicado e pequeno, e o pé masculino pelas razões opostas,ou seja,grande e mais abrutalhado.
Exitem outros fetiches ligados à podolatria como,saltos altos,botas de couro,sandalias bem abertas.coturnos militares e tênis,estes últimos como símbolo de masculinidade.
Há quem prefira os pés em seu estado mais "normal",ou seja, sujos, partindo do princípio de que servem para andar e, portanto, devem estar em contato com o solo, em sua forma mais natural.
Outros, necessitam sentir o odor do pé suado para chegar ao orgasmo.









Associadas à podolatria,no BDSM,estão as práticas de trampling (andar sobre o corpo dos(as) escravos(as) ),o jumpping(pular sobre o corpo dos(as) escravos(as)),o crushing (esmagar alimentos, objetos e pequenos animais, com os pés) e o footjob(estimular os genitais dos (as) escravos(as) com os pés).

(Castelã_SM)
















quarta-feira, 5 de março de 2008

PRESENTE DE UM AMIGO


No brilho do Sol

Na brisa de toda manhã

reflete SEU poder


SENHORA CASTELÃ


Me faz sentir

submissão

me deixe cair

à Seus pés

no chão


Meus poemas

minha vida

Suas algemas

minha saída


(poeta_rj)